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10 de jan de 2019

Ostentação nas redes sociais vira prova na Justiça contra "caloteiros"

As redes sociais estão ajudando juízes a julgarem processos envolvendo devedores que alegam não ter dinheiro para quitar seus compromissos, mas ostentam um alto padrão de vida na internet. Há casos em que algumas provas são obtidas em redes sociais, como o Facebook e o WhatsApp.

Um dos casos mais recentes aconteceu em Vitoria. Um representante comercial que devia pensão, mas alegava não ter carteira assinada nem bens em seu nome, foi flagrado ostentando viagens internacionais, passeios de lancha e um carro novo no Facebook.

Segundo o advogado Victor Passos em muitos casos o judiciário aceita como prova mensagens do Facebook, WhatsApp, Skype e e-mail. 
“Não é incomum nos processos sujeitos que alegam pobreza serem flagrados em situações de ostentação de riqueza, com carros de luxo, em cruzeiros e viagens internacionais” disse, Jorge Vaccari Filho, juiz titular do 1º Juizado Especial Cível de Colatina.

Muitos funcionários que mentem para seus supervisores, fingem doença ou falam mal do local de trabalho também já foram pegos pelas redes sociais.

“Já tive um caso em que a pessoa que trabalhava em uma empresa de plano odontológico de Vitória deu atestado médico em uma sexta-feira e marcaram ela em uma foto no mesmo dia, com bebida alcoólica na mão. Ela foi demitida”, conta o advogado trabalhista José Carlos Rizk Filho.

Fonte: garciandressa.jusbrasil.com.br

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