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9 de nov de 2018

Suécia inaugura museu da comida nojenta

Suco de olho de cabra
Cada um de nós têm suas preferências gastronômicas, ou seja, comidas que nos da agua na boca só de ouvir falar o nome e aquelas que não aguentamos nem ouvir falar sobre elas. Há alguns alimentos considerados como tradicionais ao redor do mundo que podem ser intragáveis em outros lugares.

O pesquisador e psicólogo Samuel West reuniu, em Malto (Suécia), tais alimentos “nojentos” em seu The Disgusting Food Museum, literalmente O Museu das Comidas Nojentas, dedicado às comidas mais “exóticas” do mundo.


Ficarão expostos no espaço, até o próximo dia 27 de janeiro, 80 pratos diferentes, os quais os visitantes podem ver e cheirar e eventualmente até provar. “O nojo é um instinto que afasta o humano de alimentos supostamente perigosos. É também algo particular: apenas não fomos acostumados a consumir muitos deles” diz Andreas Ahrens, diretor do museu.
Pênis de boi

Ovo de um século
Durian, a fruta mais fedorenta do mundo

São 35 países representados na exposição, mas o diretor ressalta que muitos deles são consumidos em diversas regiões. "O kumis, por exemplo, é um leite de égua fermentado que surgiu na Turquia, mas ficou muito popular na União Soviética", afirma.

A ideia para o museu, segundo West, veio do desejo de desafiar nossas noções do que é um alimento nojento – especialmente diante da realidade da produção de algumas de nossas comidas. 

“Nossa produção de carnes atual é terrível para o meio-ambiente, e precisamos urgentemente começar a pensar em alternativas. Mas muitas pessoas têm nojo da ideia de comer insetos e são céticas sobre carnes produzidas em laboratório”, disse West. “Se conseguirmos mudar nossas noções de quais comidas são ou não são nojentas, poderemos potencialmente ajudar nossa transição para proteínas mais sustentáveis”.

             www1.folha.uol.com.br

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